sábado, 8 de janeiro de 2011

Apetite


Não sei quando começou,

Ou mesmo quando cessará.
Há um grande apetite,
Fome de quem caça fartura,
Ainda que em satisfação.

Sem esquecer a escassez,
Andava em frente,
Sempre olhando para trás.
Em busca de algo mais,
Não se permitia trapacear.

Nunca quis tanto desvencilhar de si mesmo.
Não conseguia enganar-se,
Transformando-se no que não era.
E o que era orgulho, fez-se dissabor.
È o que acontece quando se come amor.

7 Pensamentos:

Juliana Santos disse...

Belos escrito, vejo que não enferrujou com o tempo... sobre o poema, acho esse sentimento insaciavel umas das graças de se viver, sempre querer mais...

gibin, thais disse...

adoro isso.
Odeio pessoas acomodadas. É triste.
Belo texto.
Bjs

se tiver twitter: @thaisg89
me dá um reply
que eu te sigo tbm!

Tahiná-Khan disse...

Ai Carlos, estou com tanta raiva do amor! heheh Meu apetite no momento é zero! Mas vai ficar tudo bem...

Obrigada pela visita!

Tiago Betel disse...

De maneira que não dê indigestão, esse apetite até que é bom...pra ir com tanta sede ao pote não se deve ligar pra má impressão.

A Escafandrista disse...

muito bom conhecer teu blog. abraço.

Thiely disse...

Muito bom!
Adorei seu blog!

llq disse...

this is soooooooooooooooooooooooo gorgeousbridal jacket