quarta-feira, 23 de junho de 2010

Constante


Meu olhar é firme,

E o desejo uma constante.
Aquilo que mantém tão bem,
Evoca-me de forma insinuante.

Reflete em ti poder incomensurável,
Avistado por humanos,
Palpável por deuses,
Dialogado entre monólogos.

Teu encanto atravessa os corpos,
Avista-se às esquinas,
Extasia os pólos,
Entorna a sobriedade.

Suspiro ao imaginar-lhe transpirar,
Concedendo-me um momento sublime.
Mas, de forma fugaz, desperto.
E pereço de tanto querer.

3 Pensamentos:

.p.atricia r. disse...

essas 'querencias' pensadas... sonhadas... deliciosamente torturantes.

sempre muito bom aqui.
:*

Geraldo Brito (Dado) disse...

Saudações e parabéns pelo blog!

NTwilighter disse...

Adorei :D

Seguindo ;)


(tirei um pequeno exerto de um poema seu para o meu blog, espero que não se importe, até porque reconheci que o texto era seu, seu houver problema fale, que eu tiro :D)