domingo, 25 de outubro de 2009
Rascunhos
Naquela estante, cada instante perdurava horas.
Sob canetas e papéis,
Rabiscava rascunhos cruéis,
Dos quais se atrevera a confrontar.
Tentando descrever contornos que lhe vinham aos olhos,
Sentia-se como um bombeiro,
Procurando resgatar vida em cativeiro,
Fragmentos dissipados de si.
À margem dos devaneios,
Não tinha receios da contramão.
Guardava mais conhecimentos,
Indignos de condecoração.
Tanta experiência roubou-lhe o brilho.
Tanta lógica o confundiu.
E naquele momento se perguntava
Como rasgar aquele pensamento que o iludiu?
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9 Pensamentos:
eles não podem ser rasgados, ou são transformados em letras, ou afoga-se neles.
:*
Adoro quando você escreve os teus paradoxos.
As vezes parmanecer na ignorãncia é mais sábio...
Bjos querido!
Adoro Rascunhos, rs
Um bombeiro poeta resgatando palavras dos intimos sentimentos, de tão intimos confudem a realidade...
beijinhos...:)
olha só! carlos além de tudo é poeta! :)
Tarefa nobre de procurar vida sob escombros...
Abração,
Marcelo.
Se iludiu, já era.
Beijo, Carlos.
"Tanta experiência roubou-lhe o brilho.
Tanta lógica o confundiu."
hermano! ;~
te amo! ;*
"Um salto de fé gigante é fácil quando todos a quem você pergunta têm certeza."
a gente cria expectativas, e pula de cabeça em coisas, que quando não dão certo, frusta a gente, faz doer.
ser humano burro!!
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