quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O Defensor
Palavras ecoavam em tons críticos,
Encorpando-se a adjetivos lesivos,
Ainda que o alvo ou a direção
Não constituíssem uma clara feição.
A situação, fazia-se constante,
Trazendo-lhe um amargo incômodo.
Sentia no próprio corpo o estorvo alheio,
E julgava tal processo necessário,
Para a compreensão de qualquer cenário.
Em contrapartida, assistia a intransigência
Dominar mentes, espíritos, cenários.
Reinar sobre qualquer forma de operação.
Intrometeu-se em pequenas mesas,
Tomou-se por grandes falas,
Pois já não escondia apreço por fragilidade.
Sentia orgulho por sua voz minoritária.
Contudo, ainda que não fosse incendiária,
Dissolveu-se anteriormente à suas ações.
Can We?
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7 Pensamentos:
Bela poesia, me fez refletir sobre o outro lado da moeda, me trouxe a imagem de algum suspeito, que acostumado a agir sob reflexo, para assim garantir a sobrevivência, ainda tentou reagir, inundando de adrenalina a corrente sanguínea, numa tentativa inútil de conseguir uma resposta positiva do corpo, uma fuga rápida do fim iminente, uma esperança final de manter-me consciente. Suor frio e dor no estomago...desespero.
Estava sentindo falta de seus posts viu! rs...
¡besitos!
adorei o texto abracos
Mesmo que com uma voz minoritária é preciso saber ser um defensor..
Beijo!
os cítricos são meus preferidos!
;**
Achei seu defensor muito dúbio - ou eu não entendi. Embora tomar-se por grandes falas seja uma especie de opção inclusa no pacote de alguns. eu por exemplo podia falar de música, cinema e livro o resto da minha vida sem cansar e ainda tentaria persuadir os outros de que Machado de Assis é o cara!
*Nada de Angelina ou Brad. Mas muito gringo puxando um beck, serve???
gostei e estou aqui matutando sobre ele.
te passei um meme lá no meu blog :)
beijo =*
Ah é verdade, no fim tem que ter alguma surpresa [de verdade] e boa!
gostei do seu blog. tão estiloso!
abraços.
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