sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Fantasmas
Algumas certezas pareciam-lhe incertas,
À medida que tantas incertezas procuravam
Um caminho tão certo.
Almejando compreensão,
Estudou-se sem qualquer êxito.
Seus conceitos precisavam ser refeitos.
De onde surgiam tantos fantasmas?
Flashes a contorcer imagens sem qualquer nitidez.
Onde estaria o futuro que enxergara aquela vez?
Avistava o incômodo indesejado,
Ou já não seria essa sua nova feição?
Sentia-se a mais nova forma de imperfeição.
Ainda assim, dispensava os regressos.
Esperava a próxima metamorfose,
Ciente que tudo se guia pelos seus atos,
Que voltarão aos teus próprios braços.
Não há nada que se possa fazer.
E há muito a ser feito.
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8 Pensamentos:
Gosto quando você escreve assim... de verdade.. E andei pensando nisso nesses últimos dias... fantasmas... era até uma postagem... enfim... início de ano deve ser uma data propícia para esses fenômenos inundarem a mente....
depois de um tempo as lembranças se tornam isso. fantasmas a nos espreitar. viver não é facil!
beijo!
Ah, eu quero ver a próxima metamorfose!
Me responde uma coisa, esses versos (não só esses mais os anteriores) são autobiográficos ou coisa asssim?
É só que tem tanta ALMA... alguma coisa que marca... aff não estou muito articulada com palavras dessa vez.
*"amo muito tudo isso"? Eca - odeio McDonalds.
estamos sempre mutando...
o foda mesmo são as entresafras, rs
bejos
Perfeito! Que belo post encontei aqui.
As vezes acredito que vou morrer lentamente se não virar a mesa de vez em quando, que se não arricar o certo pelo incerto atrás de um sonho. Quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos, na minha opinião, não vive.
¡besitos!
Muito do que somos e pensamos esta arraigado nos medos internos que nos confundem e nos dilaceram quando há neles votos de esperança.
Abçs meu caro,
Novo Dogma:
adiCto...
dogMas...
dos atos, fatos e mitos...
http://do-gmas.blogspot.com/
há muito ainda a ser feito.....
maravilhoso texto!
Beijo!
o passado é meio tentador.
nele, gramado parece sempre mais bonito...
ô vida.
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