sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Boas Festas.

Este blog entra em recesso por algumas semanas. È tempo deste blogueiro curtir suas merecidas férias que não vê há algum tempo. Rever alguns familiares no sul do país, e se tudo der certo, dar uma passadinha em terras hermanitas.

O ano que se vai foi um pouco decepcionante para mim, em termos de atividades e conquistas, mas acho que foi importante em amadurecimento pessoal. Agradeço a todos que tiveram paciência em ler os posts por aqui em 2007 (sim, eu sei, o nível do Circulares andou deixando a desejar), mas espero que em 2008, o blog decole, juntamente com vida deste mesmo. Boas Festas a todos. Um grande abraço.

sábado, 22 de dezembro de 2007

MUSIC ADDICTION

Recomendações musicais e singelas desta blog.


A BANDA

Band of Horses
















Vamos nos referindo a uma banda da cidade de Seattle, e que pertence ao lendário selo independente Sub Pop. Mas já deixemos claro de antemão: esta não é uma banda grunge, apesar dos indícios. O Band of Horses foi formado em 2004 e descoberto um pouco depois, enquanto abriam um show para o Iron & Wine, e desde então, passaram a chamar a atenção por fazer som melancólico, galgado em distorções e em melodias bem trabalhadas, remetendo à sonoridade de bandas como Built to Spill. Já o vocal de Ben Bridwell remete a um misto de Perry Farrell (Jane’s Addiction) e Wayne Coyne (Flaming Lips). Em outros momentos a sonoridade da banda também se mostra influenciada por outros estilos, como o folk de Neil Young. E é justamente nessa mistura variada de influências que a banda mostra a sua característica própria, produzindo como resultado final um belo som. Prova disso estão nos dois trabalhos lançados pela banda até então: “Everything All The Time (2006)”, que abriga a boa “The Funeral”, e “Cease to Beagin” (2007) que abriga a belíssima “No One’s Gonna Love You”, além “Is There a Ghost”, candidata a música do ano. Recentemente a banda foi muito elogiada publicamente por Ronnie Wood, guitarrista do Rolling Stones.


O DISCO


Vale a pena ouvir “She Talks in Maths: Interpretations of Radiohead”, disco lançado no segundo semestre deste ano, pela cantora Eliza Lumley , que regravou 11 canções do Radiohead em uma forma que você jamais poderia imaginar: em ritmo de jazz. Praticamente reconstruindo as canções originais, a cantora britânica mostra personalidade e faz um singelo e doce tributo ao Radiohead, com uma bela voz, piano, banda acertada e bom gosto.



As canções do disco são:

1. High And Dry 2. Black Star 3. Street Spirit 4. Let Down 5. No Surprises 6. Karma Police 7. Lucky 8. How To Disappear Completely 9. Creep 10. Bulletproof 11. I Will.


ESCUTE TAMBÉM

Sunset Rubdown

Esta banda vem da fervilhante cena indie canadense, que nos últimos anos tem despontado um incalculável número de bandas interessantes, como assim também é o Sunset Rubdown. O grupo é liderado por Spencer Krug, também guitarrista/vocalista do Wolf Parade, e assim ficou mais conhecido por ser o projeto paralelo do mesmo. Entretanto, sem desmerecer o seu trabalho em sua banda mais conhecida, é no Sunset Rubdown que Krug mostra sua grande faceta compositora moldando canções baseadas em letras intrigantes e melodias sofisticadas, acompanhado de um instrumentação cuidadosa, que sabe cadenciar os sons e buscar tonalidades interessantes para faze-los. O único pecado da banda fica por conta do próprio vocal de Krug, às vezes sussurrado e arrastado demais a ponto de não ser sempre compreendido, mas nada que chegue a um ponto intolerável. Uma boa demostração do trabalho na banda está nas ótimas “I'm Sorry I sang on your Hands” e “Swimming”.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Papai Noel demitido por dizer “Ho Ho Ho”

Ao menos, é o que o alega um funcionário de uma loja de departamentos australiana, que trabalhou como Papai Noel e disse ser demitido no começo do mês por pronunciar “Ho Ho Ho”, ao invés de seguir a orientação da empresa e dizer “Ha Ha Ha”. Segundo ele, a palavra “ho” poderia ser considerada ofensiva para os seus gerentes, pois é uma gíria americana para hooker, que significa “prostituta”. Mais informações no site do Terra.

Não vou subestimar a afirmação do rapaz acima, pois não duvido de nada neste planeta habitado por pessoas das mais distintas mentalidades. Mas caso seja verdade o que ele diz, proibir um Papai Noel de dizer “Ho Ho Ho” é ir contra a ordem natural das coisas. È praticamente como proibir uma loira de dizer “Eu não entendi”, um político de dizer “Eu sou inocente” ou o Homer Simpson de dizer “Duh! Rosquinhas”. Seria como fazer brasileiro detestar feriado e o orkut, seria como, acima de tudo, fazer este humilde blogueiro ganhar muito muito dinheiro.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Dexter Quotes

Dexter Dexter


Abaixo algumas das melhores frases do serial killer Dexter Morgan, da série Dexter, cuja 2ª temporada recentemente chegou ao fim, e eu posso dizer, sem receio, que esta foi provavelmente uma das melhores temporadas de seriados que eu assisti recentemente.

Quem ainda não se assistiu a 2ª temporada, não se preocupe com Spoilers. A maioria destas frases foram tiradas da 1ª temporada, e não revelam detalhes sobre os episódio, mas sim algumas das “filosofias de vida” de Dexter.



"People fake a lot of human interactions, but I feel like I fake them all, and I fake them very well, that’s my burden, I guess."

"Everyone hides who they are."

"It's not what I want. But what I want doesn't matter. This is the only way I know how to survive."

"Tonight's the night. And it's going to happen again, and again. It has to happen; nice night."

"There are no secrets, just hidden truths beneath the surface."

"She's perfect, because in her own way, she's as damaged as me."

"Pathetic."

"I could think of easier solutions."

"Hi. My name's Dexter - I can't think of anything clever to say."

"Preparation is vital. No detail can be overlooked and the ritual is intoxicating."

"I have to say goodbye in order to reconnect with what's really important. With who I was; with who I have to be."

"Practice, practice, practice."

"In our most paranoid moments we feel everyone is talking about us."











Supercordas - O Céu Que Você Vê


Todas as estrelas, tão difícies de se alcançar
Brilham tão suaves, mas não deixam de brilhar
Mesmo quando a água cai com infinita mágoa
E eu não te vejo mais


Eu detesto cada metro de asfalto
Ou de nuvens lá no alto
Que me afastam de você
Poderia até contar todos os passos
Mas me deito nos terraços
Vendo o céu que você vê


Junto com o frio de um céu azul você caiu
Olhos como uma estrela de nêutrons que sorriu
E me fazem gravitar ao redor do seu olhar
E mesmo assim, longe demais, me faz girar


Eu detesto cada metro de asfalto
Ou de nuvens lá no alto
Que me afastam de você
Poderia até contar todos os passos
Mas me deito nos terraços
Vendo o céu que você vê


Chove lá fora
Diz que não demora
Senão eu vou cantar outra vez e outra vez


Eu detesto cada metro de asfalto
Ou de nuvens lá no alto
Que me afastam de você
Poderia até contar todos os passos
Mas me deito nos terraços
Vendo o céu que você vê